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terça-feira, 9 de setembro de 2008

pro-guiaba

O Pró-Guaíba, um dos maiores programas de manejo integrado de microbacias financiado pelo BID em toda a América Latina, promoveu a recuperação da Região Hidrográfica, gerando benefícios para a população do Estado.A iniciativa foi lançada com o objetivo de estabelecer as condições necessárias para a utilização racional dos recursos renováveis da região hidrográfica, visando a melhoria de qualidade de vida da população.Os recursos foram investidos em 15 diferentes frentes de ação, entre elas, a construção de estações de tratamento de esgoto, o monitoramento da qualidade da água, a recuperação de parques e reservas, a conservação do solo e o apoio à pesquisa científica e à educação ambiental.Com essas ações, Porto Alegre implantou, pela primeira vez, um sistema de coleta seletiva de lixo, resultando numa cobertura de 100% na coleta de lixo seco, o qual é encaminhado às Unidades de Triagem de Resíduos Sólidos.A iniciativa investiu cerca de US$ 116 milhões na construção de três estações de tratamento de esgoto na região metropolitana da capital gaúcha (em Porto Alegre, Gravataí e Cachoeirinha). Essas instalações beneficiam diretamente 542 mil pessoas, possibilitando aumentar para 24% o esgoto tratado em Porto Alegre, representando 18,5% na região metropolitana e 9% em toda a região circunvizinha.

terça-feira, 8 de julho de 2008

o passeio no guaiba

o passeio foi muito interesamte la no passeio
falaram coisa que eu não sabia e não esta nem ai
e falavam sobre esgotu sobre agua e varias coisas etc...

terça-feira, 24 de junho de 2008

navegação pelo lago guaiba e rio jacui

A atividade do Projeto Escola SPH em Porto Alegre é realizada abordo do barco-escola Martim Pescador, embarcação construída exclusivamente para trabalhar com educação ambiental. Com capacidade de para 60 pessoas, o barco tipo catamarã tem licença da Marinha para navegar com crianças de qualquer idade. Porém, visando à maior segurança no cais do porto, o Projeto atende estudantes a partir da 4° série do Ensino Fundamental ou a partir dos dez anos de idade.
O passeio de barco tem duração de 1h30; sai da primeira doca do cais Mauá do porto da Capital, segue em direção à área de operação portuária, o cais Navegantes, retorna passando por seis ilhas do Delta do Jacuí e o canal Maria Conga, que une as águas do lago Guaíba e rio Jacuí. Sai próximo à Usina do Gasômetro, costeando toda extensão do cais do porto até o local de partida. Durante todo o trajeto, os participantes recebem informações de forma prática e teórica com aula tipo interativa, com temas que abrangem as atividades portuárias, tipos de embarcações e suas funções, sinalização e linguagem náutica. E ainda, conteúdos sobre qualidade da água, formação geográfica dos recursos hídricos do RS, fauna e flora da região e noções sobre preservação do ambiente natural.
Os temas hidroportuários são repassados por estagiários da SPH em formação nas áreas de Turismo e Comunicação-Social – treinados por técnicos da Autarquia. E os conteúdos ambientais são ministrados por estudantes e profissionais da Biologia, vinculados ao Instituto Martim Pescador.



Conteúdo:

A tarefa de ensinar aos alunos o conteúdo proposto pelo Projeto Escola é dividida entre as equipes da SPH e do Instituto Martim Pescador. A primeira aborda noções de navegação, assim como documentos (Cartas Náuticas, Aviso aos Navegantes), termos referencias utilizados na área (bombordo, boreste, proa, popa) etc. Aborda o funcionamento dos portos, mostrando, sempre que possível, embarcações, equipamentos, infra-estrutura e navios em situação de embarque e desembarque.
Explica a utilização das hidrovias fazendo um paralelo com outros tipos transportes mais conhecidos pelo público, como o rodoviário e o ferroviário, mostra as sinalizações e informa para que serve cada tipo de bóia ou farolete.
Apresenta o Porto de Porto Alegre, suas características, sua história e sua estrutura. E, ainda, explica o que é um estaleiro e qual sua função no sistema portuário.
A equipe do Instituto Martim Pescador organiza seu conteúdo contemplando desde o ambiente como um todo até às características do meio ambiente local, como flora e fauna nativas e exóticas presentes nas margens e nas ilhas do Delta do Jacuí. Apesar de o Projeto limitar sua navegação no Lago Guaíba e Rio Jacuí, os alunos recebem referências de todos corpos d’água que formam o Delta do Jacuí, incluindo a importância da preservação das matas ciliares, assim como toda a flora, fauna local e principalmente das águas.
A ocupação das ilhas, contraste entre os ambientes da mata e as águas do Delta do Jacuí com a “selva de pedra” da cidade são pontos debatidos pelos biólogos do Martim Pescador e pelos alunos participantes.
Ambas equipes salientam diversas atitudes coletivas e individuais que podem ajudar a natureza a manter suas características e também ressaltam sempre a importância da divulgação e da multiplicação de tudo que foi exposto durante a saída.


Público-alvo:


Estudantes a partir da 4° série do Ensino Fundamental de escolas públicas de todo Estado, principalmente, Porto Alegre e Região Metropolitana, devido à proximidade.
Porém, 20 por cento de todas as vagas são destinadas às escolas particulares e universidades – tal definição visa a não exclusão de qualquer público escolar, mas prioriza a rede pública. Esse item está respaldado pelo Decreto 44.468/06 que oficializa o Projeto Escola SPH como programa de educação do Rio Grande do Sul.